Se, antes, a preocupação das pessoas se concentrava em doenças cardíacas ou câncer, por exemplo, hoje também se estende a distúrbios de memória, como a demência. A boa notícia é que, com o avanço da ciência, temos mais poder contra o declínio cerebral do que se acreditava no passado.
De acordo com a Harvard Health Publishing, os estudos apontam para a forte influência que um estilo de vida saudável exerce na manutenção da memória, mesmo em adultos mais velhos com risco genético para Alzheimer.
“Só porque você tem um histórico familiar de uma condição médica ou distúrbio neurocognitivo, como a demência, não significa necessariamente que você será atingido por isso”, argumenta Lydia Cho, neuropsicóloga do McLean Hospital, afiliado à Harvard.
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