Como as compras deixadas para a última hora, o governo de Gilson de Souza (DEM) deixou assuntos importantes para serem votados pelos vereadores na última hora. Um exemplo é o projeto de lei onde pretende repassar R$ 7 milhões para entidades assistenciais de Franca.
Os recursos, embora importantes, seguem uma ordem cronológica confusa, como muitas coisas no governo de Gilson. A verba já estava prevista desde o ano passado e faz parte do orçamento impositivo, que como o nome diz não é opcional e sim de pagamento obrigatório, conforme prevê a legislação federal e municipal.
Mas Gilson deixou para apresentar o projeto na última hora e agora ele corre o risco de não ser votado em tempo pelos vereadores. Isso porque a audiência pública obrigatória para casos assim só acontecerá no dia 29, portanto, sem tempo hábil para votação ainda este ano – salvo pela marcação de uma sessão extraordinária.
A estratégia de Gilson de Souza, de votar o projeto somente agora, é de alto risco. O objetivo, ao protelar o pagamento, que poderá ser feito, de acordo com o projeto, a qualquer tempo no ano que vem, portanto até 31 de dezembro, um ano para frente, é utilizar recursos do orçamento de 2018 para isso, deixando o caixa mais “gordo” para a virada do exercício financeiro deste ano.




