Um novo contrato assinado no final do mês de dezembro entre o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e a Coordenaria Estadual de Defesa Civil do Estado de São Paulo prevê o mapeamento de áreas de alto e muito alto risco a deslizamentos e inundações em 10 municípios abrangidos no Plano Preventivo de Defesa Civil do Estado, e um projeto-piloto para mapeamento de ameaças múltiplas em uma cidade.
Apesar dos problemas registrados há anos em Franca com as periódicas inundações dos córregos Cubatão e Bagres, a cidade ficou fora da lista de avaliação, que poderá nortear investimentos e ações do governo do Estado.
Os projetos serão realizados pela Seção de Investigações, Riscos e Desastres Naturais do IPT por meio de visitas técnicas aos municípios e posterior organização das informações em mapas, imagens e documentação fotográfica em um Sistema de Informações Geográficas (SIG), a fim de subsidiar o gerenciamento das áreas e estabelecer parâmetros técnicos e sociais.
Os graus de risco considerados seguem o método desenvolvido em 2007 pelo Ministério das Cidades e IPT, que estabelece quatro condições potenciais de risco: “É importante ressaltar que o projeto tratará dos setores classificados como de risco alto (R3) e muito alto (R4) das 11 cidades”, afirma Marcelo Fischer Gramani, pesquisador e coordenador do projeto. A previsão é de finalização no mês de março ou abril deste ano.




