
Dados divulgados pelo Ministério da Saúde no final do ano passado mostram que, de 2021 para 2022, a taxa de detecção de casos de sífilis adquirida por 100 mil habitantes cresceu 23% (de 80,7 casos por 100 mil habitantes em 2021 para 99,2 casos por 100 mil habitantes em 2022).
A sífilis adquirida é aquela contraída durante a vida, após o nascimento, distinguindo-se da sífilis congênita, que é quando a gestante passa para o bebê e ele nasce com a doença.
O aumento da sífilis não acontece apenas no Brasil, vários países o registraram também. Houve 7,1 milhões de novos casos em todo o mundo em 2020, segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS).




