Em um esforço e trabalho árduo dos artistas amadores de teatro da cidade de Franca, ligados aos seguimentos religiosos, estudantis e operários, através da Federação de Teatro Amador do Nordeste Paulista – FETANP e Confederação de Teatro Amador do Estado de São Paulo – COTAESP surgiu a necessidade de implantar um teatro em Franca.
O então presidente da Fetanp, Sidnei Franco da Rocha, e o presidente da Cotaesp, Carlos Pinto, atuaram junto ao presidente do Serviço Nacional de Teatro, Orlando Miranda, no sentido de convencer o Secretário da Cultura e o Governador do Estado, de que Franca necessitava de uma casa de espetáculos.
Até então, Franca só dispunha do Teatro “Judas Iscariotes”, que pertencente até hoje à Fundação Espírita. Neste período, vários teatros foram construídos no interior do Estado, graças ao movimento de Teatro Amador do Estado de São Paulo.
A verba para construção do Teatro Municipal veio do Serviço Nacional de Teatro e foi conseguida pelo então vereador Sidnei Franco da Rocha, como batalhador do Movimento de Teatro Amador, tendo sido presidente da Federação de Teatro Amador do Nordeste Paulista – FETANP, durante 11 anos.




