Um comunicado assinado em conjunto por Ministério Público, Defensoria Pública, Comissão de Direitos Humanos da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil – de Franca e o CMAS – Conselho Municipal de Assistência Social – foi emitido na tentativa de esclarecer a visão dos órgãos sobre o tratamento oferecido a este público.
No documento, é explicado que o aumento da população de rua é um fenômeno não só nacional, mas também de todo o mundo e que, no município, são verificadas situações como violações aos direitos humanos e ineficiência das ações do poder público em relação a essas pessoas.
Os órgãos também afirmam que em Franca não há um atendimento periódico e sistemático na área da saúde à população em situação de rua e que o município não tem as equipes mínimas necessárias para prestar o serviço adequado.
O comunicado ainda destaca dados da Secretaria Municipal de Saúde, de que 70% dos moradores de rua são de Franca e que, destes, 90% são usuários de álcool e drogas e que a Prefeitura até fazia o trâmite de avisar os moradores sobre as ações de limpeza da Secretaria de Obras, mas sem o acompanhamento de assistentes sociais.




