O decreto baixado pele prefeito Gilson de Souza (DEM), na semana passada, blindando os moradores de rua de Franca, causou um impacto negativo na imagem do político. E não é para menos.
Segundo o decreto, os moradores de rua não podem ser abordados pelas equipes da Prefeitura como vinha sendo feito havia anos. Agora, é preciso pedir licença para os andarilhos, acondicionar seus pertences em embalagens lacradas para ações simples, como limpeza e retirada de lixo dos pontos onde eles ocupam.
Além disso, é preciso o acompanhamento de uma equipe composta por advogado, assistente social e psicólogo durante as abordagens. Tudo isso, é claro, custeado com dinheiro público.
Para redimir a imagem do prefeito com a população, foi armada uma estratégia, no mínimo, covarde. O batalhão de comissionados do prefeito, são mais de 300 cargos no total, tem propagado por toda a cidade, pessoalmente e por redes sociais e WhatsApp, que a “culpa” não é de Gilson, mas do Ministério Público de Franca.




