A Prefeitura de Franca atendeu a um pedido feito por meio da Câmara Municipal de Franca no último mês de julho. Trata-se da limpeza e desocupação do “esqueleto”, construção que fica na ligação entre as avenidas Ismael Alonso y Alonso e Ademar Pólo Filho, na região central de Franca.
O prédio, cuja obra foi iniciada pelo Governo do Estado de São Paulo e não concluída, está parada há muito tempo e se tornou moradia para moradores de rua e usuários de entorpecentes e álcool, além de ponto de venda de drogas ilícitas.
Recentemente, o governo paulista doou o prédio para a Prefeitura, que ainda não definiu o que fará com ele. As reclamações de vizinhos quanto ao consumo e venda de drogas e nos recorrentes furtos registrados na cercanias chegou à Câmara Municipal de Franca.
Uma frente parlamentar, formada pelos vereadores Kaká (PSDB), Cristina Vitorino (PRB), Adermis Marini (PSDB) e Della Motta (Podemos) foi ao “esqueleto” e viu um cenário lamentável, com restos de cigarros de maconha e latas usadas no consumo de crack espalhadas por todos os lados e misturadas a restos de comida, garrafas de pinga e muito lixo. Em meio a isso, várias pessoas habitando o prédio.




