São muitas as situações pendentes para o prefeito Gilson de Souza (DEM) resolver nos três anos de mandato que lhe restam. Promessas de campanha não cumpridas, compromissos não concretizados, problemas de caixa, etc.
Mas duas delas em especial já se arrastam desde o início do mandato e parecem longe de ter solução: as emendas impositivas e a entrega do conjunto residencial Copacabana, na região oeste.
O primeiro caso é complexo. Gilson recebeu a prefeitura com a obrigação de pagar as emendas impositivas de 2016, para o orçamento de 2017. Não o fez. Ao invés disso, depositou R$ 6 milhões em juízo e entrou com ação para que não tenha a obrigação de pagar, mesmo com leis federais e municipal que determinam a validade das emendas.
O caso está na Justiça mas já rendeu a Gilson cicatrizes profundas em sua imagem de homem público humilde e comprometido com a população carente.




