Pode ser difícil entender por que uma hora os cientistas dão um “joinha” para determinados alimentos e, tempos depois, apontam o polegar para baixo para sinalizar que ele não faz tão bem como se pensava. Um bom exemplo desse tipo de contradição é o consumo de álcool.
Enquanto a OMS declara que não existe dose segura para bebidas alcoólicas, um padrão alimentar reconhecido como patrimônio da humanidade —a dieta mediterrânea— integra o vinho tinto na lista de ingredientes benéficos para a saúde. Como assim?
Para não se perder na lógica das evidências científicas, saiba que, embora cada alimento possua suas características nutricionais, o papel dele deve ser compreendido dentro de um contexto que considera dieta e estilo de vida. É a partir da interação desses fatores que seus efeitos no organismo serão observados.
Baixo e moderado




