A pedido do Ministério Público, nove pessoas físicas e duas jurídicas envolvidas com a venda de terrenos em loteamento clandestino em Patrocínio Paulista foram impedidas pelo Poder Judiciário de realizar qualquer atividade relacionada ao parcelamento irregular de imóveis rurais ou urbanos.
Elas não podem comercializar, intermediar ou alienar a terceiros esses bens, sob pena de prisão preventiva e de interdição judicial da respectiva atividade empresarial.
Na mesma decisão, a Justiça determinou a especialização de hipoteca legal no valor de R$ 12 milhões a recair sobre oito imóveis que vêm sendo ilegitimamente fracionados e vendidos. O objetivo é garantir recursos para pagar as vítimas e viabilizar o ressarcimento pelos danos causados.
Descumprindo decisões




