
A partida entre Bolamense e Luziânia, válida pela sexta rodada do Campeonato Brasiliense, bateu um recorde indesejado. O jogo, disputado em 15 de fevereiro, registrou o pior público pagante da história do Candangão. Apenas oito pessoas compraram ingressos para acompanhar o duelo no Abadião, que terminou com a vitória por 2 x 0 do clube goiano. A marca anterior pertencia a Legião 1 x 2 Ceilandense, pelo torneio de 2014, quando nove torcedores adquiriram os bilhetes para acompanhar o confronto no Bezerrão.
Segundo o meia Gilmar Baiano, do Luziânia, apesar do número irrisório de torcedores que pagaram ingresso, havia mais pessoas no Abadião. “Acho que tinha uns 60 presentes na arquibancada”, conta o jogador de 34 anos, titular na partida que menos despertou o interesse da torcida na história do torneio local. Com passagens por Brasília e Brasiliense, Gilmar joga o quarto Candangão da carreira e diz “estar acostumado” com públicos pequenos, especialmente em jogos de meio de semana disputados à tarde.
O horário é uma opção para os jogos disputados em estádios que não têm iluminação artificial ou como medida de economia por alguns clubes. Foi o caso de Bolamense x Luziânia, jogado às 16h. O meia-atacante Maiqui, do Bolamense, estava contundido e assistiu ao duelo das arquibancadas do Abadião. “Nunca tinha visto uma partida com tão pouca gente, jogava na terceira divisão carioca e iam sempre pelo menos 100 pessoas ao estádio”, conta o ex-jogador do Araruama, da terceirona do Rio de Janeiro.




