Após o julgamento
recente da validade jurídica do novo Código Florestal pelo Supremo Tribunal
Federal (STF), os estados brasileiros precisarão estabelecer, nos próximos
anos, programas de regularização ambiental para compensar e restaurar áreas
suprimidas de reserva legal, entre outras ações.
De modo a fornecer subsídios científicos para o
Estado de São Paulo implementar o programa de regularização ambiental e cumprir
o que determina o novo Código Florestal, um grupo de pesquisadores da Escola Superior
de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), em
colaboração com colegas do Instituto de Biociências da universidade, desenvolve
um projeto em parceria com as secretarias estaduais do Meio Ambiente e de
Agricultura e Abastecimento.
O estudo é apoiado pela Fundação de Amparo à
Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), dentro do Programa de Pesquisa em
Caracterização, Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade (Biota).
O objetivo principal
do projeto é gerar mapas, dados quantitativos e informações para apoiar a
tomada de decisões para implementação do Programa de Recuperação Ambiental do
Estado de São Paulo, como informou Gerd Sparovek, professor da Esalq-USP e
coordenador da iniciativa, à Agência Fapesp.




