
A rotina de muitos francanos, todas as manhãs, é cruel. Eles acordam por volta das cinco horas e vão para as portas das UBSs para tentar marcar uma consulta.
A esperança é conseguir alguma “sobra” de vaga causada por eventuais desistências de outros usuários. Caso ninguém desista, o sofrimento se repete no outro dia.
E os que conseguem consulta, muitas vezes, têm o atendimento como um paliativo para seus problemas de saúde. Isso porque faltam especialistas nas UBSs para atendimentos direcionados.




