Se você já se viu rolando o feed das redes sociais sem conseguir parar, saiba que esse comportamento é mais comum do que parece. A ciência oferece explicações claras para esse hábito, que pode parecer inofensivo, mas muitas vezes se torna viciante.
A chave para entender essa compulsão está nos fatores neurológicos que influenciam nossas ações e emoções, tornando difícil largar o telefone.
O papel do cérebro no comportamento digital
Em janeiro de 2024, o site O Globo publicou um alerta de David Greenfield, psicólogo e fundador do Center for Internet and Technology Addiction em West Hartford, Connecticut.
Ele disse que os dispositivos atraem os usuários com algumas táticas poderosas. Uma delas é o “reforço intermitente”, que cria a ideia de que o usuário pode receber uma recompensa a qualquer momento. Mas o momento em que esse ‘prêmio’ chega é imprevisível. “É como uma máquina caça-níqueis”, disse Greenfield.




