Uma caixa, um baú ou um armário. Muitas pessoas têm em casa o que se convencionou chamar de “farmacinha”, ou seja, um conjunto de medicamentos que podem ajudar nas mais diversas moléstias do dia a dia, de dores de cabeça a problemas gastrointestinais.
E, embora os especialistas não recomendem a automedicação, uma pesquisa do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) divulgada em 2024 revelou que nove em cada dez brasileiros têm esse hábito.
Mas o que fazer quando a validade dos medicamentos mantidos na farmacinha expira? Ainda é possível consumi-los? E, se não, onde descartá-los corretamente?
Risco para a saúde




