A Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz) planeja inaugurar, ainda no primeiro semestre deste ano, sua primeira
unidade de medicina translacional do Estado, no campus da USP, em Ribeirão
Preto .
Com um investimento inicial de R$ 7 milhões, a instalação
terá como principal mote a aproximação das descobertas científicas do
laboratório com as pesquisas clínicas em pacientes, reduzindo o tempo de
validação de medicamentos e soluções, em um primeiro momento voltados para
doenças como leishmaniose e câncer.
Em
um mesmo ambiente de inovação, profissionais da Fiocruz, da USP, além de
empreendedores ligados a startups do setor de saúde poderão atuar de maneira
menos fragmentada do que a convencional.
É o que Marco Krieger,
vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, chama de sinergia.
“É mais do que complementar. A gente não está só somando competências
individuais, a gente está obtendo um resultado que é maior do que a própria
soma desses individuais”, diz.




