O promotor de Justiça, Paulo Borges, propôs à Procuradoria Geral de Justiça que seja movida uma ADIN – Ação Direta de Inconstitucionalidade contra dois cargos em comissão da FEAC – Fundação Esporte, Arte e Cultura – de Franca.
O Ministério Público entende que as funções de gerente de serviço e chefe de setor deveriam ser ocupadas por servidores de carreira e que sua ocupação por cargos de confiança, de livre nomeação do prefeito Gilson de Souza (DEM).
Paulo Borges afirmou que as nomeações ferem os artigos 111, 115 e 144 da Constituição e com base nisso que o promotor representou junto ao procurador-geral, Gianpaolo Poggio Smanio.
Paulo Borges afirma que há “indevida previsão genérica de contratação para os cargos em comissão (…) facilitando a prática improba do princípio da violação do princípio da impessoalidade e isonomia de acesso aos empregos públicos”.




