Há muito tempo se diz que a Câmara de Vereadores funciona sob pressão.
Há situações em que isso se confirma, em outras não.
Mas fato é que, bastou o prefeito Gilson de Souza (DEM) protocolar um projeto de lei “indigesto”, nesta terça-feira, que sua base demonstrou não ser assim tão sólida.
O projeto é o que altera o valor mínimo para precatórios, de R$ 30 mil para R$ 5,6 mil, o que pode forçar centenas de servidores públicos a esperar por alguns anos para receber valores ganhos na Justiça, em ação que contestou irregularidades nos pagamentos de férias pela Prefeitura de Franca.




