Eveline de Souza, 62 anos, encontrou no artesanato não apenas uma fonte de renda (Foto: Wilker Maia)
O artesanato é mais que uma atividade criativa; é uma manifestação de histórias, paixões e transformações pessoais. Em Franca, mulheres e famílias têm encontrado no trabalho manual uma forma de expressão, uma nova fonte de renda e, acima de tudo, um propósito renovado.
A Feira de Quem Faz, que contará com mais de 80 expositores e que acontecerá no próximo dia 21, de dezembro, no SESI Franca, é o palco onde essas histórias se entrelaçam, apresentando ao público produtos que carregam alma, dedicação e significado.
Complemento de renda
Para Marina Peliciari, 60 anos, o artesanato surgiu como um complemento de renda e uma maneira de canalizar sua criatividade após a aposentadoria como professora de arte. Também designer de interiores, Marina encontrou no cimento um material perfeito para transformar ideias em peças únicas de decoração.




