Se no Ano Novo de Belo Horizonte, quando os drones subiram ao céu para virada de 2024 para 2025 e mostraram um Queijo Minas Artesanal sendo cortado, as pessoas gritaram e aplaudiram, é porque essa história é muito mais antiga que o reconhecimento oferecido pela Unesco do patrimônio imaterial.
O “jeitinho mineiro” para a produção de queijo artesanal já tinha ganhado o coração dos mineiros e era motivo de orgulho para boa parte do estado, mesmo aqueles mais distantes das áreas de produção rurais.
Isso porque, seja pela tradição ou pelos benefícios econômicos que a inovação trouxe, o queijo virou um aspecto cultural identitário para os mineiros.
Mas esse processo de produção ainda guarda segredos, mesmo seguindo o mesmo padrão em todas as microrregiões do estado. Cada queijo, afinal, tem a sua própria história.




