Conhecido como a estação das mudanças, o outono, que começou nesta quinta-feira (20), marca a transição entre o verão quente e úmido e o inverno mais frio, criando condições favoráveis para o aumento de doenças respiratórias.
O ar mais seco e as oscilações de temperatura impactam diretamente as vias respiratórias, favorecendo a circulação de vírus e agravando quadros alérgicos e inflamatórios.
Além das viroses respiratórias, que causam sintomas como congestão nasal, tosse, dor de cabeça e febre, há um aumento de quadros como rinite alérgica e rinossinusite, agravadas pela baixa umidade do ar e exposição a alérgenos.
Também são comuns a faringoamigdalite, infecção da faringe e amígdalas que provoca dor de garganta, febre e inchaço dos linfonodos; otite média aguda, inflamação do ouvido médio comum após infecções virais, além de bronquite e pneumonia, que podem evoluir a partir de infecções virais ou bacterianas e levar a complicações respiratórias mais graves.




