Um levantamento divulgado em 2024 pelo Instituto Trata Brasil, com base nos indicadores de 2022 do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), aponta que 100 milhões de brasileiros não têm acesso à rede de esgoto e 35 milhões enfrentam a falta de água potável.
Esses números alarmantes revelam uma crise que afeta diretamente a saúde pública e aumenta os custos do sistema de saúde no país.
A precariedade do saneamento básico reflete-se em internações por doenças evitáveis. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2024, foram registradas 175 mil internações por doenças de veiculação hídrica, contra as 191 mil de 2023.
A falta de água potável e coleta de esgoto resulta em uma ampla gama de enfermidades, entre as quais estão:




