Faltando um mês para a entrada em vigor da revisão das tarifas da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), – que promete ser a maior da última década –, o setor se mobiliza para tentar diminuir o impacto dos reajustes.
A Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace) alega divergências de informações nos cálculos da Aneel para definir a tarifa.
Se permanecerem os percentuais já divulgados, a conta vai ficar 34,41% mais cara para o setor industrial e 22,63% para consumidores residenciais, acréscimo, em média, de 25,87%.
O prejuízo será maior para setores como mineração, siderurgia, ferroligas, em que o gasto com energia pode chegar a quase 50% do custo de produção, segundo a Abrace.




