Não é possível afirmar se é falta de diálogo entre o prefeito Gilson de Souza (DEM) e sua equipe de governo e a base no Legislativo ou desconhecimento da tramitação legal dos projetos de lei, mas o fato é que as “gafes” na apresentação de projetos do prefeito para votação na Câmara dos Vereadores têm acontecido com certa frequência em Franca.
Desde o início do mandato de Gilson, várias situações ocasionaram adiamentos e até retiradas de projetos. No ano passado, exemplo disso foi o projeto de regulamentação dos cargos comissionados da Prefeitura. Tanto que a matéria, mesmo após sua aprovação, segue contestada pela Justiça.
Exemplos recentes desta falta de sincronia entre aspecto político e legislação aconteceu em abril, quando havia um projeto para remanejamento de recursos para criação de vagas em creches.
A liderança havia até pedido urgência para a votação, mas não havia sido realizada audiência pública, o que teve de ser feito posteriormente, às pressas, para que houvesse a votação e aprovação da iniciativa.




