Mães e pais de crianças de
0 a 2 anos não estão tão informados assim sobre saúde infantil. Esta é a
conclusão da pesquisa Doenças
infectocontagiosas nos 2 primeiros anos de vida: mitos e temores da família
brasileira, realizada pelo IBOPE Conecta e patrocinada pelo
laboratório Pfizer.
Os resultados compilam as
respostas de 1000 entrevistas feitas online em diversas regiões do país (50% no
Sudeste, por questões populacionais), com genitores (60% mães e 40% pais) de diversas
classes sociais; a maioria na faixa dos 30 anos.
O resultado que mais
chamou a atenção tem a ver com o que os médicos chamam de “mito do sereno”: 63%
dos entrevistados acreditam que as intempéries são, de longe, o fator que mais
expõe a criança a infecções. “Existem algumas condições climáticas, como frio e
ar seco, que ressecam as vias aéreas e fazem com que elas fiquem mais propensas
a multiplicação de agentes infecciosos, como os vírus. Mas sereno não causa a
doença, nem o frio do Pólo Norte, nem o ‘golpe de ar’. Precisa ter o agente.
Por isso chamamos de mito”, explica o pediatra Renato Kfouri.
Confira alguns resultados:




