A gestão do prefeito Gilson de Souza (DEM) deu um exemplo de eficiência na semana passada. Em apenas 48 horas, apresentou um projeto na Câmara dos Vereadores, aprovado em primeira votação naquele dia mesmo e, em segunda votação, na sexta-feira passada.
O projeto cria um cargo de supervisor de campo para comandar agentes de saúde no combate à proliferação dos focos de mosquito da denguem em Franca, cargo comissionado que aumentará a lista dos mais de 300 já existentes na estrutura da administração municipal – alvos de contestação na Justiça inclusive.
Não que o cargo seja irrelevante. Embora a maior incidência de dengue, normalmente, é no verão, na temporada de chuvas e calor, é importante toda ação de combate à doença. O que chama a atenção é a pressa para a criação do cargo, que poderia esperar para ter sua segunda votação na próxima sessão ordinária, na terça-feira próxima.
Logo após a votação de quarta-feira, durante a sessão, a pedido do governo, foi convocada uma audiência pública na sexta para que o projeto fosse aprovado e o cargo criado em tempo recordo para os limites da gestão de Gilson.




