Uma mudança na norma do Conselho
Federal de Medicina (CFM) sobre reprodução assistida no ano passado, fez com
que surgissem redes online de doação e recebimento de óvulos.
O mecanismo é similar ao de
aplicativos de paquera. Pelo menos dois serviços do tipo foram lançados neste
mês de maio e já têm mais de 600 mulheres inscritas. A novidade levanta
questionamentos por parte de especialistas.
Um dos serviços foi criado por um
médico em março e se chama Rede Óvulo Doação. Similar ao Tinder, as
interessadas em receber um óvulo podem dar “match” em perfis de outras mulheres
com características físicas próximas e dispostas a doar.
Como o CFM estabelece que a doação
seja anônima, o app não mostra fotos nem nomes, mas um avatar com as
características da participante. AS combinações são avaliadas por médicos em
clínicas de reprodução ligadas à ferramenta.




