Com movimentação de até R$500 bilhões por mês, o boleto bancário segue como um dos principais meios de pagamento no Brasil. Mesmo com o crescimento de alternativas como o Pix, esse formato permanece popular, especialmente para contas recorrentes e compras online.
Essa popularidade, porém, também o torna alvo constante de cibercriminosos. Ao longo dos últimos meses, os golpes envolvendo boletos falsos se tornaram mais sofisticados, combinando engenharia social com o uso de dados reais das vítimas, como valores e datas de vencimento.
Segundo especialistas, os criminosos têm diversificado os canais de abordagem, incluindo e-mails e aplicativos de mensagens, e usando táticas cada vez mais difíceis de detectar.
Para ajudar empresas e consumidores a se protegerem, Miguel Reis, Diretor de Inovação em Serviços na SEK, reuniu cinco recomendações baseadas nas melhores práticas da indústria de segurança cibernética:




