Pode parecer um tema esquisito, mas a dúvida entre cuspir e engolir o catarro é comum – foto Arquivo
“Considero um escarrador parte essencial do aparato do quarto.” Foi isso que escreveu, em 1821, o médico francês René Laennec, inventor do estetoscópio, que passava seus dias observando o catarro de seus pacientes.
Antes da existência dos raios-x e dos exames de sangue, o catarro era considerado uma ferramenta valiosa para diagnóstico.
Hoje, a maioria de nós não anda por aí com um escarrador. Mas uma pergunta persiste, especialmente no inverno, quando os narizes escorrem e os peitos congestionam: Quando estamos com tosse, é melhor cuspir o catarro ou engolir?




