Essa forma de abuso continua presente em hospitais públicos e privados, muitas vezes de forma silenciosa – foto Shutterstock
A denúncia contra o médico Wesley Timana Yovera, conhecido nas redes sociais como “Doutor Cegonho”, acusado de causar lesões graves em uma mãe e no bebê durante o parto, reacendeu o debate sobre a violência obstétrica no Brasil.
Mesmo com avanços na legislação e maior conscientização sobre os direitos das gestantes, essa forma de abuso continua presente em hospitais públicos e privados, muitas vezes de forma silenciosa, mascarada por práticas vistas como normais.
A psicóloga perinatal Rafaela Schiavo, fundadora do Instituto MaterOnline, explica que é difícil reconhecer a violência obstétrica de imediato. Em muitos casos, a mulher só percebe o que viveu dias, meses ou até anos depois do parto.




