O novo relatório da ISAPS (Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética), principal organização global do setor, divulgado neste mês de julho, mostra que o Brasil é líder em realização de cirurgias plásticas no mundo.
Mais do que isso, o país registra um número expressivo de procedimentos estéticos no geral: foram 3.123.758 realizados em 2024, sendo 75% das intervenções cirúrgicas (2.354.513) e 25% não cirúrgicas (769.245), como preenchimentos, aplicação de toxina botulínica e outras intervenções minimamente invasivas.
Entre os procedimentos não cirúrgicos, a aplicação de toxina botulínica lidera, com 45,7% do total, seguida pelo ácido hialurônico (22,9%), radiofrequência para flacidez facial (7,8%), resurfacing com laser fracionado (7,1%) e depilação definitiva (3,8%).
A demanda cada vez maior se dá, dentre outros fatores, pela democratização do setor, que apresenta um preço mais acessível e um prazo curto de espera em comparação com outros países. Isso faz, inclusive, com que o Brasil seja um destino procurado por pessoas de todo o mundo para este fim.




