Antônio Carlos Belchior escreveu um capítulo raro dentro da história da música brasileira. Cearense de Sobral, ele largou o seminário e a faculdade de medicina para se aventurar no mundo como artista.
Para a época, fim dos anos 1960, início dos 1970, a palavra era essa mesmo: aventurar-se. A grana era curta, foi preciso dividir morada com muitos amigos, disputas surgiram, mas ele venceu.
Foi reconhecido por intérpretes do nível de Elis Regina, Claudya e Ney Matogrosso, fez fama, gravou sucessos, virou sex symbol, lotou estádios, ganhou dinheiro.
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