Respirar é automático, mas também é um termômetro da nossa saúde. Quando os pulmões estão fragilizados, todo o corpo sente.
O problema é que, além da poluição e do cigarro – fatores já conhecidos – existem hábitos cotidianos que pouca gente associa ao risco respiratório. E é aí que a prevenção ganha força.
“O pulmão é um dos órgãos mais sensíveis do corpo humano e sofre com tudo o que respiramos e com a forma como vivemos”, explica o médico Gilberto Ururahy, Diretor médico especializado em medicina preventiva da MedRio Check-up.
“A poluição, o cigarro, o excesso de peso, as noites mal dormidas e até o estresse estão diretamente ligados ao surgimento de problemas respiratórios e cardiovasculares. Muitas vezes, o sintoma começa pequeno, como uma tosse persistente ou um cansaço ao subir escadas, mas pode ser o início de algo mais sério.”




