A vacinação é uma das medidas de saúde pública mais eficazes, com impacto ainda maior nos primeiros meses de vida. No entanto, dados recentes apontam para uma queda preocupante nas taxas de imunização infantil no Brasil.
Em 2024, o país voltou a figurar entre os 20 com maior número de crianças não vacinadas, ocupando a 17ª posição no ranking global, com 229 mil crianças sem receber vacinas essenciais nos primeiros meses de vida, um aumento significativo em relação aos 103 mil casos de 2023.
Além disso, o Anuário VacinaBR 2025 revela que nenhuma das vacinas infantis do calendário nacional atingiu as metas de cobertura estabelecidas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) em 2023, apesar de uma leve recuperação iniciada em 2022.
Esse cenário é alarmante, pois o primeiro ano de vida é decisivo: o sistema imunológico do bebê está em formação e a imunidade transmitida pela mãe começa a diminuir. Nesse contexto, as vacinas tornam-se essenciais para prevenir infecções graves e garantir o desenvolvimento saudável.




