Mesmo sob ameaça de responder mais um inquérito, este por improbidade administrativa, o prefeito Gilson de Souza (DEM) deve insistir na manutenção de 225 servidores comissionados. Para isso sua equipe trabalha na elaboração de um novo texto.
O caso é complicado. Tanto que a Procuradoria Geral de Justiça do Estado de São Paulo vai abrir procedimento contra Gilson de Souza, por possível cometimento de improbidade administrativa.
O encaminhamento da denúncia foi feito pelos desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que julgou irregulares 225 dos 330 cargos comissionados existentes na estrutura da Prefeitura de Franca.
Durante o julgamento, os desembargadores chegaram à conclusão de que Gilson de Souza, mesmo tendo conhecimento de decisões anteriores sobre a inconstitucionalidade dos cargos, tentou burlar o entendimento e recriou os cargos, sob argumento de organizar e reestruturar as funções comissionadas da Prefeitura.




