
Menos de um mês depois da posse do novo presidente argentino Maurício Macri, ex-prefeito de Buenos Aires e ex-presidente do Boca Juniors e reconhecidamente opositor do kirchnerismo, alteram-se radicalmente as relações entre Brasil e Argentina.
Num rumo liberal, o político modifica consideravelmente o fluxo da política entre os dois países. Uma das medidas mais relevantes é a postura avessa às barreiras protecionistas adotadas ao longo da última década por Cristina Kirchner.
A maior abertura do mercado vizinho – e o atual patamar do dólar – é sinal de dias melhores para a exportação de calçados e automóveis, dois dos principais produtos da pauta entre empresas brasileiras e argentinas.




