Passadas mais duas semanas desde a última matéria veiculada sobre o assunto pelo Jornal da Franca, nada mudou. Segue do mesmo jeito o calvário dos moradores do Residencial Copacabana, sem previsão para que se mudem para os apartamentos que, por direito, já são seus.
Autoridades como o prefeito Gilson de Souza (DEM) e o vereador Corrêa Neves Júnior (PSD), não falaram mais nada. A última data para entrega das casas, até o final de abril, passou, assim como todo o mês de maio. Junho já está chegando à metade e até agora o sonho de morar no próprio apartamento não passa disso: um sonho, uma promessa.
São 406 contemplados de baixa renda do Copacabana que esperam uma solução desde julho de 2015, mas a sequência de novas datas se sucederam, testando a paciência e resistência das famílias. São quase três anos de espera.
Com o drama da entrega dos apartamentos se arrastando há anos, em nada tem valido o fato dos futuros mutuários terem sido contemplados por sorteio, assinado os contratos e até saberem quais serão seus apartamentos. Eles não podem se mudar e continuam pagando aluguel ou morando de favor por conta da burocracia e da falta de poder de solução pelos políticos que se prontificaram a resolver a situação.




