Os pesquisadores sugerem que o impacto do luto persistente na saúde pode estar ligado a mecanismos biológicos, como o estresse crônico e a inflamação (Foto Freepik)
A morte de alguém amado desmonta qualquer um — e, em muitos casos, com o tempo, a dor vai se acomodando.
Mas para uma parte das pessoas, isso não acontece. O sofrimento continua pesado, constante, e acaba se transformando também em um problema de saúde.
Um estudo dinamarquês acompanhou 1.735 familiares enlutados ao longo de dez anos e descobriu que quem apresenta sintomas intensos e persistentes de luto tem risco maior de adoecer e até de morrer até uma década após a perda. A pesquisa saiu no fim de outubro na Frontiers in Public Health.




