O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) abriu nesta terça-feira (12) uma sindicância para apurar a conduta da equipe médica que fez a cirurgia de laqueadura na mulher usuária de drogas, de 36 anos, de Mococa (SP).
Ela foi submetida ao procedimento na Santa Casa de Mogi Guaçu (SP) após uma decisão da Justiça. O pedido foi feito pelo Ministério Público e obrigava a prefeitura a providenciar o procedimento na dependente química, que já teve oito filhos e atualmente está presa por tráfico de drogas.
A administração municipal chegou a recorrer ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) em novembro do ano passado, mas a decisão que anulou a sentença só saiu no dia 23 de maio deste ano, três meses depois da cirurgia. O caso gerou polêmica por conta da suposta ausência de defesa da mulher no processo. O juiz nega e afirma que a mulher concordou com a operação.
Sindicância do CRM




