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Funcionários da USP de Ribeirão Preto decretam greve: falta aumento

Sindicato afirma que salário e benefícios não são reajustados há cinco anos

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​O Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) de Ribeirão Preto decretaram greve após uma assembleia realizada na tarde na terça-feira (12). A adesão à paralisação também aconteceu em outros campi do Estado de São Paulo, como Pirassununga, Piracicaba e São Paulo. 

De acordo com o diretor da subsede de Ribeirão Preto do Sintusp, Luís Ribeiro, o salário e benefícios dos funcionários não são reajustados há cinco anos. “Recebemos R$ 690 de vale-alimentação e era para estar em R$ 960. Nesses cinco anos, tivemos uma perda de R$ 17 mil”, afirma. 

Na manhã desta terça, segundo Luís, já foi feita uma panfletagem nos portões da universidade – ação que deve ser repetida nesta quarta. “Vamos chamar outras pessoas para participar do movimento, convocando também professores e estudantes”. Em Ribeirão Preto há 1,6 mil funcionários.

Magno de Carvalho, diretor do Sintusp de São Paulo, afirma que a reitoria da USP instituiu o arrocho salarial. “Eles podiam ter resolvido tudo isso, esta semana, em uma reunião que estava agendada para esta quarta[(13), mas adiaram a reunião para o dia 21. Preferiram abortar, então agora vamos fortalecer a nossa greve e radicalizar”. 

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Em nota, a assessoria de imprensa da USP de Ribeirão Preto informou que as atividades administrativas e acadêmicas transcorrem normalmente nos campi.

Cesar Colleti

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