O Sistema Único de Saúde (SUS) já
está disponibilizando um adesivo transdérmico de rivastigmina, medicação
utilizada para o tratamento do mal de Alzheimer. Com o nome comercial Exelon
Patch, o adesivo pode ser colocado em oito regiões da pele, permitindo a
absorção do remédio ao longo do dia. Esse é o único remédio para o Alzheimer
disponível em formato transdérmico.
Apesar de ter outras duas versões –
em cápsula e solução oral –, em forma de adesivo, o medicamento diminui a
possibilidade de efeitos colaterais que podem afetar o sistema digestivo, como
náusea e vômito, se comparado às opções orais.
A administração através da pele ainda
garante que a dose diária seja aplicada corretamente, facilitando a tarefa dos
familiares ao cuidar do paciente. Como o Alzheimer não tem cura, o remédio vai
precisar ser utilizado até o fim da vida para minimizar os sintomas, por isso a
versão transdérmica oferece maior comodidade.
No Brasil, além da rivastigmina,
existem outras três medicações disponíveis para o tratamento do Alzheimer nas
farmácias e na rede pública de saúde: donepezila, galentaminae memantina, que
foi integrada ao SUS no ano passado. Com exceção do último, todos os outros
podem ser utilizados na fase inicial da doença.




