Mesmo que o tema finanças pessoais esteja cada vez mais presente na rotina dos brasileiros, boa parte da população ainda sente dificuldade em lidar com o próprio orçamento.
Segundo a 17ª edição do Observatório Febraban, 55% afirmam entender pouco (40%) ou nada (15%) de educação financeira, embora a maior parte diga dar muita (55%) ou alguma (20%) atenção ao controle do dinheiro.
Na prática, essa distância entre interesse e conhecimento faz com que pequenas escolhas do dia a dia se transformem em dívidas, atrasos e perda de planejamento, especialmente em um cenário de renda comprimida e custo de vida elevado.
Para Camila Poltronieri Flaquer, Head de Cobrança Digital (B2C) da Recovery, organizar as finanças para ter um 2026 mais leve não exige fórmulas complexas: “Educação financeira é, antes de tudo, clareza. Quando a pessoa entende quanto ganha, quanto gasta e o que pode ajustar, o planejamento aparece e as decisões ficam menos pesadas”, afirma.




