Adiar o despertar tornou-se um hábito generalizado, especialmente em ambientes urbanos e em contextos de trabalho exigentes (Foto Arquivo)
O som invade o quarto assim que o dia desponta. Uma mão tateia em busca do telefone, aperta o botão “soneca” e desaparece de volta debaixo das cobertas.
A cena se repete uma, duas, três vezes. Para muitos, é uma forma de lidar com a manhã. Para a ciência, no entanto, pode ser um sinal de alerta para o coração.
Adiar o despertar tornou-se um hábito generalizado, especialmente em ambientes urbanos e em contextos de trabalho exigentes.




