A desigualdade de gênero no ambiente corporativo segue produzindo efeitos profundos sobre a saúde, o engajamento e a performance das mulheres no trabalho.
É o que mostra o Check-up de Bem-Estar 2025, maior pesquisa de bem-estar corporativo do Brasil, conduzido pela Vidalink. O estudo analisou dados de 11.600 colaboradores de 250 companhias de grande porte, de diferentes setores.
Segundo o levantamento, sete em cada 10 mulheres relatam ansiedade, angústia ou desmotivação frequente, enquanto entre homens o índice é de 51%. A dupla jornada, vivida por 38% das mulheres, também se destaca e supera em 14 pontos percentuais o índice registrado entre os homens.
“Esse acúmulo de responsabilidades impacta a qualidade de vida e o sentimento de pertencimento das trabalhadoras”, analisa Magali Frare Corrêa, Head de Capital Humano da Vidalink.




