Todos os fins de anos, metas são criadas com entusiasmo, mas são abandonadas poucas semanas depois. Estudo da Universidade de Scranton, na Pensilvânia (EUA), mostra que apenas 8% das pessoas conseguem atingir seus objetivos antes que um novo ano recomece.
Para a neurocientista Carol Garrafa, esse fracasso recorrente não acontece por falta de força de vontade ou capacidade: o problema está na forma como as metas são encaradas.
“O cérebro não muda porque você quer. Ele muda quando existe método, repetição, regulação emocional e ambiente favorável”, explica a especialista.
Segundo Carol, metas envolvem sistemas emocionais, neurológicos e sociais. Pensar no objetivo é uma etapa cognitiva, mas sustentá-lo ao longo do tempo exige compreender como o cérebro funciona diante do esforço, do prazer, da frustração e das relações.




