O carnaval ou qualquer outro evento público muitas vezes deixa um saldo de documentos perdidos ou extraviados. No entanto, o que parece ser apenas um transtorno burocrático pode se transformar em um grave problema criminal.
Para quem passou por essa situação, a orientação é clara: o tempo é um fator decisivo e a formalização da perda é a ferramenta mais eficaz de proteção.
De acordo com Mayana Sales, advogada criminalista e professora de Direito Penal da Faculdade Baiana de Direito, o maior perigo reside na sensação de que “apenas perder” não exige providências imediatas.
“Muitos foliões acreditam que basta solicitar a segunda via do documento, mas a omissão da queixa é um risco alto. Sem o Boletim de Ocorrência (B.O.), o cidadão fica vulnerável e perde a principal prova de que não possui mais o controle sobre seus dados”, detalha.




