O melhor amigo do homem também envelhece, e pode apresentar certas predisposições a doenças que irão demandar um cuidado bem maior no dia a dia.
O Alzheimer canino é uma delas, a qual, apesar de não ter cura nem tratamento, pode ser retardada a partir de estímulos simples feitos com o animal desde cedo, fora demais adaptações no lar como forma de garantir uma maior qualidade de vida nesta fase que, por si só, já é bem difícil de lidar.
Formalmente conhecida como Síndrome da Disfunção Cognitiva Canina, essa doença neurodegenerativa costuma afetar grande parte do sistema nervoso central e do encéfalo do pet, responsáveis pela coordenação motora e emoções, causando processos degenerativos encefálico progressivos e irreversíveis.
Segundo Nathali Vieira, médica veterinária na Pet de Todos, apesar de ser mais vista em cães a partir dos sete anos de idade, um estudo da Dog Aging Project identificou que este risco de declínio cognitivo aumenta cerca de 52% para cada ano adicional de idade após os 10 anos, independente da raça.




