Muitos
pais se desesperam com seus filhos adolescentes que passam o dia – e/ou boa
parte da noite- com os olhos grudados em uma tela eletrônica, os dedos rápidos
correndo pelas teclas ou botões, absorvidos em uma dimensão virtual, jogando
sem querer pensar em parar e sem ouvir os insistentes pedidos ou apelos para
que parem.
Pois é. Esse comportamento tem
o nome em inglês de “Game Disorder” e acaba de ser incluído, pela Organização
Mundial de Saúde (OMS), na 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID),
como um problema de saúde mental.
Os jogos eletrônicos são feitos com o intuito de
promover momentos de descontração e laser. Há jogos para todas as idades,
geralmente com este objetivo. No entanto, há os que exageram e passam muito
tempo na frente das telas.
Como saber quais são os limites toleráveis? Como
identificar os que ultrapassam estes limites e podem ser classificados e
considerados com “game disorder”?




