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Os recentes casos noticiados na imprensa sobre a esterilização de duas mulheres a partir de decisão judicial, em Mococa (SP), motivaram o fortalecimento da discussão sobre autonomia do paciente e garantia constitucional à defesa. Em audiência pública, promovida pela Seção São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB SP), nesta terça-feira (26/06), o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Lavínio Nilton Camarim, demonstrou preocupação com a gravidade dos casos e alertou que o procedimento de esterilização é um direito das mulheres e não um dever, do qual o Estado decide por elas. |
Presidente do Cremesp defende preservação dos direitos sociais na OAB-SP
Presidente do Cremesp, o francano Lavínio Camarim, participou de audiência na OAB SP
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